Curiosidade como ofício
Pesquisar é brincar com rigor.
Curiosidade é o único combustível que não acaba quando se usa.

Pesquisador e inventor parecem ofícios diferentes, mas começam do mesmo jeito: com uma pergunta que não larga a gente.
A diferença está no que se faz com ela. O pesquisador procura entender; o inventor procura fazer funcionar. Gosto de morar no meio, onde entender e fazer se alimentam.
Por isso misturo áreas que costumam morar em prédios separados: tecnologia, audiovisual, ciência. É na fronteira entre elas que as melhores perguntas aparecem.
Perguntas que eu guardo no bolso
E se isso funcionasse ao contrário?
Quem já resolveu algo parecido, em outra área?
O que eu estou chamando de "regra" e é só hábito?